Inglaterra removerá obrigatoriedade de máscaras na próxima semana

Quem estiver em cidades inglesas não serão mais obrigadas a usar máscaras em qualquer lugar, além de não serem obrigadas a trabalhar em casa na próxima semana. O anúncio, feito pelo primeiro-ministro Boris Johnson, vem junto com a afirmação de cientistas que a onda de ômicron já atingiu seu pico.

Ainda será necessário se isolar em caso de contaminação, mas o premiê diz querer remover esta obrigação antes de março.

Johnson afirma que a extinção das medidas acompanha a campanha de vacinação e a “resposta do público” com as medidas implementadas. O premiê esclareceu que 90% das internações que ocorreram no período de crescente da ômicron foram de pessoas não vacinadas.

Entre outras medidas, o certificado de vacina deve também deixar de ser obrigatório em alguns locais.

A Inglaterra estava livre de restrições severas desde setembro, mas retomou algumas em dezembro, após a explosão de casos com a variante ômicron. A estabilização das internações, além das vacinas, segundo Johnson, permitiu retirar as medidas.

Veja o pronunciamento de Boris Johnson no Parlamento

A partir do início da quinta-feira da próxima semana (27), a certificação obrigatória de vacinação terminará.

É claro que as organizações podem optar por exigir passaporte da NHS voluntariamente, mas encerraremos o uso obrigatório da certificação do status de vacinação contra a Covid na Inglaterra.

A partir de agora, o governo não está mais pedindo às pessoas que trabalhem em casa e as pessoas devem falar com seus empregadores sobre os arranjos para retornar ao escritório.

E, analisando os dados cuidadosamente, o Gabinete concluiu que, uma vez que os regulamentos caduquem, o governo não exigirá mais o uso de máscaras faciais em nenhum lugar.

Senhor Presidente, a partir de amanhã, não exigiremos mais máscaras nas salas de aula, e o Departamento de Educação removerá em breve as orientações nacionais sobre seu uso em áreas comuns.

No país em geral, continuaremos a sugerir o uso de coberturas faciais em locais fechados ou lotados, principalmente onde você entra em contato com pessoas que normalmente não conhece.

Mas vamos confiar no julgamento do povo britânico e não criminalizar mais quem optar por não usar um.

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