Viúvo de Paulinha Abelha contratará assessoria médica para avaliar a causa definitiva da morte da cantora

Clevinho Santos, viúvo da cantora Paulinha Abelha, contratará uma assessoria médica para avaliar todos os prontuários e laudos médicos da cantora enquanto ela esteve internada em dois hospitais (o Unimed Sergipe e Primavera), para chegar a um laudo definitivo sobre a morte da artista.

Paulinha faleceu em 23 de fevereiro, em decorrência de um quadro de “comprometimento multissistêmico”. A certidão de óbito de Paulinha apontou quatro causas da morte: meningoencefalite, hipertensão craniana, insuficiência renal aguda e hepatite.

Advogado de Clevinho Santos e da banda Calcinha Preta, Wanderson dos Santos Nascimento também participa da ação.

“Já pegamos os prontuários de um hospital, vamos pegar o prontuário do outro hoje e então  pediremos para uma assessoria médica analisar todos os documentos para se chegar a um laudo definitivo. Aí os médicos dirão, no entendimento deles, a causa definitiva da morte. Só então vamos nos manifestar. Sem o laudo definitivo, não tem como afirmar nada, tudo fica na base da especulação. Infelizmente, não temos como impedir o que as pessoas falam. Tudo o que faremos está sendo baseado em documentos técnicos. Tanto que, assim que saíram os exames toxicológicos, disponilizamos para a imprensa com toda a transparência. Quando tivermos o laudo definitivo, também vamos passar para imprensa”, afirmou Wanderson, para a Quem.

Wanderson repudiou as notícias que saíram nos últimos dias de que a morte de Paulinha poderia resultar em condenações por homicídio e estelionato. “Acho muito arriscado o meio de imprensa divulgar informações sem fundamento, porque isso pode gerar processo, acho temerário. Sem laudo oficial, não se pode especular nada. Não vislumbro crime, não posso acusar A e B sem ter um laudo, são questões técnicas. Acredito que, assim que se recolher tudo, a assessoria médica fará a análise e acho que semana que vem pode ser que tenham uma posição. No momento, estamos esperando recolher a documentação médica necessária para definirmos quando começará a análise, porque são documentações sigilosas”, explicou.

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