Reino Unido é a nação que mais incorporou o Home-office depois da pandemia

O Reino Unido vive um momento único em sua história, após a pandemia de covid-19 que, entre várias coisas, ampliou as questões envolvendo trabalho em casa. O país, que já está há algum tempo sem restrições relacionadas à doença, está com um quarto de pessoas a menos nos escritórios em relação ao início de 2020.

As mudanças, que poderiam ser temporárias, tem se mostrado permanentes, uma vez que empresas e funcionários, se reorganizaram neste sentido. Há funcionários, em um estudo da Universidade de Southampton, que afirmam que trabalhar em casa era mais eficiente, especialmente por causa do tempo gasto do deslocamento ao escritório.

Dados do Google para uma quinta-feira comum apontam que o deslocamento para trabalhos em escritórios está 23% abaixo dos níveis de antes de fevereiro de 2020. A Alemanha, por exemplo, conta com 7% apenas menos movimentação, com EUA e Canadá, embora mais flexíveis também, vendo seus funcionários retornando aos escritórios gradualmente.

Uma pesquisa global com 33 mil pessoas feita em fevereiro pela WFH Research, administrada por várias universidades americanas, incluindo Stanford, mostrou que o Reino Unido teve o maior número de dias de trabalho remunerado em casa a cada semana na Europa.

Também revelou que os britânicos acreditavam que o trabalho em casa tinha aumentado sua eficiência, mais do que as pessoas em outros países europeus, e que o Reino Unido tinha a maior parcela de trabalhadores que disseram que desistiriam se fossem forçados a retornar ao local de trabalho em tempo integral.

%d blogueiros gostam disto: