Relatório apresenta empresas de moda que melhor lidam com a sustentabilidade

O jornal Business of Fashion (BoF), especializado em moda, trouxe a sua nova edição do The BoF Sustainability Index, o relatório do veículo que mostra os esforços de sustentabilidade de empresas do setor. O documento aponta que marcas como Puma, o grupo Kering e a Levi’s tiveram os melhores desempenhos para este tema.

A ONU tem uma agenda com objetivos de que países e entidades atinjam o desenvolvimento sustentável até 2030. Mas, apesar de empresas de destaque, o relatório mostra que a indústria da moda ainda tem muito o que fazer.

Para o relatório, o jornal examina as maiores empresas da moda, nos segmentos de luxo, esportivos e streetwear. Eles avaliam as empresas em seis aspectos: transparência, emissões, água e produtos químicos, resíduos, materiais e direitos dos trabalhadores. Cada marca recebe uma nota de 0 a 100, constituindo um ranking.

O The BoF Sustainability Index avaliou 15 empresas em 2021, e em 2022, o número dobrou, sendo elas as seguintes: Abercrombie, Adidas, American Eagle, Anta Sports, Asics, Burberry, Capri Holdings, Fast Retailing, Fila, Gap, H&M, Hermès, HLA Group, Inditex, Kering, Levi Strauss, Lululemon, LVMH, Next PLC, Nike, Prada, Puma, PVH Corp., Ralph Lauren, Richemont, Skechers, Tapestry, Under Armour, Urban Outfitters e VF Corporation.

O relatório mostra que, apesar de algumas marcas terem mostrado evolução, ainda estão muito distantes das metas propostas para 2030. Além disso, o jornal também afirmou ter tido dificuldades para acessar dados e informações de algumas empresas, o que influenciou o resultado final.

A média das empresas foi de 28 em um total de 100 pontos, sendo a Puma a melhor, com 49 pontos. Empresas como Skechers e Fila “forneceram pouco ou nenhum detalhe público sobre os planos para enfrentar seu impacto ambiental e social” e não pontuaram mais de 10 pontos.

O veículo também deixa claro que os pontos avaliados levam em questão dados oferecidos pelas próprias empresas, o que faz com que os dados levantados sejam usados como estimativas e não como informações totalmente confiáveis. O que faz com que os consumidores sigam exigindo de suas marcas preferidas transparência e responsabilidade.

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